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Com proposta de trazer modelo da maior conferência do planeta para o Brasil, a Web Connection São Paulo abre oportunidade para Startups apresentarem seus projetos de negócios para centenas de investidores através de bancadas na Conferência que acontece em outubro no Expo Center Norte.

 

São Paulo recebe um dos maiores eventos da inovação e tecnologia da indústria 4.0 do País. Durante os dias 24, 25 e 26 de outubro de 2019, o Expo Center Norte receberá mais de 40 palestrantes e contará com mais de 30 horas de conteúdo e informação para os visitantes. 

A programação tem 26 palestras de profissionais nacionais e internacionais da área, 9 talks, 4 painéis no formato de debate e atrações como, Exposição Tecnológica, Feira de Negócios, Centenas de Startups, Networking entre profissionais e empresas, e ainda um desafio para novas startups.

+300 CEOs

O evento reúne mais de 300 CEOs e investidores para responder uma pergunta: Para onde ir? 

Com o tema “Vamos construir o Futuro da Nova Economia juntos” A Web Connection São Paulo tem o objetivo de apresentar e debater ideias, soluções e tecnologias já existentes, legislação, educação, e o futuro da humanidade na economia global de bem estar social. 

 

Quem são os Palestrantes?

Sorocaba Assis - Cantor de sucesso da da dupla Fernando & Sorocaba, Investidor em startups de tecnologia, empreendedor como sócio fundador da FS produções artísticas e outras empresas ligadas ao agronegócio e tecnologia. Teve participação no Programa Shark Tank Brasil (Tubarões do Negócio) da TV Band.

 

Amilcare Dallevo Neto - Diretor comercial da Rede TV, fundador das empresas Alphapar,  Dock Serviços, Tecology, Aod Serviços. Inovou o setor comercial da Rede TV criando o Value Creation.

 

Ricardo Bloj - Presidente da Lenovo Brasil

 

Atilio Rulli - Diretor Sênior de Governos e relações publicitárias da Huawei do Brasil

Daniel Ambrosio - Senior Manager Engineering, Mercado Livre Brasil. Executivo com vasta experiência em soluções de comércio eletrônico e varejo, pagamentos online e indústria da Internet para a América Latina e especialmente para o Brasil. Evangelista de negócios digitais e inovadora nos negócios e na tecnologia.

 

Roberto Frossard - Innovation Ecosystem Managing Director, Accenture. Líder de Inovação da Accenture Technology e Diretor Executivo responsável por Tecnologias Emergentes.

 

Jorge Santos Carneiro – Presidente da Sage Brasil e América Latina. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Portucalense (Portugal), com MBA em Comércio Internacional pela ESADE (Barcelona) e, em 2011, completou o Challenge of Leadership no INSEAD (França). 

 

Brian Begnoche  - COO na SqSeed Venture Capital. Economista e linguista com experiência profissional em marketing, vendas e educação. Reside no Rio de Janeiro desde 2008 e possui entendimento profundo e especializado dos mecanismos e operações do país, assim como suas nuances e mentalidade cultural. Ele é fluente em português, fala francês e espanhol e é formado pela Rockhurst University nos Estados Unidos.



Wilson Mello - Presidente da Investe São Paulo

 

Pedro Teberga - CEO da Polinize, Acadêmico, especialista em negócios digitais e professor FIA e ESPM

 

Eliezer Silveira Filho - CMO da Azion Technologies. Nomeado um dos 3 melhores CMOs do mercado de TI segundo a IT Mídia 2018 e com quinze anos de experiência em marketing.

 

João Bezerra Leite - Ex-CTO do Banco Itaú.Possui mais de 30 anos de experiência em Tecnologia, Pagamentos e Banking. Hoje atuando como Independent Advisor, investidor e mentor de startups.

 

Ronald M. Dauscha -  New Business Director at CITS - International Software Technology Center

 

Erik Oioli - Sócio fundador da Vaz, Buranello, Shigaki & Oioli Advogados, Doutorado, mestrado e bacharelado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e Investidor de startups de tecnologia.

 

Paulo Salvador Ribeiro Perrotti  -  Advogado, Presidente da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), com graduação em Direito na Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP, Paulo Perrotti também possui pós-graduação em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo; especialização em Lei de Tecnologia Informação no IBMEC / SP; em Direito do Canadá e do Quebec na Universidade de Québec à Montreal (UQÀM); em Financiamento do Mercado através do Instituto de Finanças e Responsabilidade Social da ESPM/SP.

 

Thaís Aun - Thais Aun assumiu como Diretora interina do Escritório do Governo de Québec em São Paulo em setembro de 2015. Antes disso, ocupou diferentes cargos no Brasil e Canadá, incluindo no Consulado Geral do Canadá em São Paulo, no Centro de Educação Canadense em São Paulo e na Faculdade Niágara no Canadá. A Sra. Aun se formou em Relações Públicas e Administração de Negócios - Marketing na Faculdade Niágara, no Canadá.

Carine Berteli Cardoso - Account Executive na Blueshift, uma empresa especializada em serviços e soluções de Big Data, Fast Data, Analytics, AI e Machine Learning.

 

Paulo de Castro Reis - Diretor executivo de relações institucionais da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC). Especialista em negócios internacionais com mais de 10 anos de experiência.

 

José Magro - Vice-presidente executivo da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira. Marketeer, gestão de negócios e empreendedor internacional, orientado para clientes e resultados.

Histórico de sucesso nas indústrias de Aviação, Energia e Publicidade desenvolvidas ao longo da carreira na Inglaterra, Brasil e Portugal, trabalhando com empresas multinacionais líderes, a Royal Dutch SHELL, a TAM Airline, a Y & R - WPP.

Visão estratégica, foco em objetivos e formação de equipes são os principais impulsionadores profissionais, alavancados por habilidades em expansão internacional (Ásia e América Latina), gerenciamento geral, vendas, marketing e comunicação, digital e e-commerce.

 

André Minucci - CEO da Minucci RP. Master Coach e Trainer formado pela Febracis com certificação internacional pela FCU (Flórida Christian University em Orlando/EUA). MBA em Planejamento e estratégia de negócios, graduação em administração de empresas e graduação em direito. 

 

Daniel Annenberg - Secretário de Tecnologia de São Paulo. Formado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), é ex-diretor-presidente do Detran-SP (órgão que, hoje, passa por uma reforma completa com a adoção de novos mecanismos para coibir a corrupção e melhorar a qualidade dos serviços). 

 

Paulo Bernardo - Presidente da Agência de Desenvolvimento de Portugal

 

Ricardo Manfrim - CEO da Sabion Tecnologia

 

Felipe Fontes - CEO da NearBee. Com histórico de uma carreira corporativa intensa e bem-sucedida, passou por bancos (Itaú-Unibanco), empresa de telecomunicações (Embratel, Oi), Linhas Aéreas (Azul / TRIP) e indústrias (General Electric).

Ricardo Mello - Empreendedor Serial, Acadêmico e Responsável pela Aceleradora de negócios AnhembiUP

 

Rodrigo Oliveira - CEO da Green Mining. Profissional de economia circular com habilidades de sustentabilidade e histórico de atuação na consultoria de gestão de resíduos.

Trabalha para incorporar tecnologias em soluções para a sustentabilidade.

 

Luiz Felipe D’avila - CEO da Virtu. Cientista político e fundador do Centro de Liderança Pública (CLP), uma organização sem fins lucrativos dedicada à formação de lideranças públicas engajada em promover mudanças transformadoras na política brasileira. É formado em ciências políticas pela Universidade Americana em Paris/França e tem mestrado em administração pública pela Harvard Kennedy School.

 

Cris Alessi - Presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento. Especialista em Marketing Digital desde 2008, gerenciou departamentos online de agências de publicidade com contas nacionais. Em 2012 foi para o desafio com comunicação digital na gestão  pública. Em 2018 um salto para a Inovação com o projeto Vale do Pinhão da Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação.



Daniel Peralles – Diretor de engenharia de produto da Sage Brasil. Formado em análise de sistemas pela PUC (Campinas), Daniel é responsável por liderar a modernização dos produtos da companhia para a tecnologia na nuvem e inteligência artificial com objetivo de agilizar os negócios, criar capacidades digitais, projetar e prover uma experiência única para os clientes. 

Jerry Costa  - Co-fundador, Inglês do Jerry Group.    “Meu nome é Jerry Costa e há mais de 20 anos tenho tido a oportunidade e a alegria de conduzir milhares de pessoas ao fantástico mundo do desenvolvimento pessoal e profissional, por meio do domínio do idioma inglês.”

 

Osvaldo Meneghel – Diretor de marketing de produto da Sage Brasil e América Latina. Com mais de 20 anos de experiência profissional em empresas de tecnologia, Osvaldo é responsável pelas áreas de gerenciamento de portfólio e marketing de produto. Anteriormente, o executivo atuou como diretor de vendas na Apple e de portfólio de produto para a América Latina na Motorola. Ele é formado em engenharia da computação pela PUC-Campinas, com especialização em estratégia pela Cornell University.

Maíra Braga Oltra - Diretora de Tributos, Heineken Brasil. Atua na área tributária desde 1999. Foi responsável pela área tributária da GE Power & Water para América Latina e também na Amazon Brasil. Atualmente é Diretora de Tributos da Heineken Brasil. Profissional focada em inovação, tem liderado o processo de Tax Transformation na área tributária. Atua também fortemente na área de Inclusão & Diversidade.

Marie-Hélène Béland - Vice Cônsul & Gerente Comercial, Ciência, Tecnologia e Inovações. Marie-Hélène Béland é Vice-Cônsul e Gerente comercial responsável pela área da Ciência, Tecnologia e Inovação, bem como o setor de nanotecnologia no Consulado Geral do Canadá em São Paulo.

José Carlos Nascimento – Diretor de RH da Sage Brasil.  José Carlos é responsável por aplicar toda a estratégia de RH alinhada aos negócios da Sage. O executivo tem ampla experiência em empresas multinacionais e nacionais, com forte atuação em processos de M&A. Ao longo da carreira, ele conduziu várias reestruturações e processos de organizações, incluindo processos pós fusões e aquisições e mudanças culturais. É especialista em processos de desenvolvimento de liderança, carreira, coaching, avaliação de desempenho, aquisição de talentos, sucessão e retenção.

 

Julio Cezar Viana - Diretor, FDE - Júlio Cezar Viana é Analista de Sistemas, Doutorando em Educação pela Universidade Católica de Brasília, Mestre em Administração pela Universidade Federal da Paraíba e possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.  É Diretor de Tecnologia da Informação da Fundação pelo Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo – FDE, atuou como gestor em órgãos públicos na esfera estadual e federal e como consultor em organismos internacionais.

Jerry Costa  - Co-fundador, Inglês do Jerry Group.    “Meu nome é Jerry Costa e há mais de 20 anos tenho tido a oportunidade e a alegria de conduzir milhares de pessoas ao fantástico mundo do desenvolvimento pessoal e profissional, por meio do domínio do idioma inglês.”

Tulio Duarte - COO na HarboR sistemas industriais. Formado em Ciências da Computação pela UFSC onde também cursou mestrado. Sócio e COO na HarboR, pioneira em soluções para Indústria 4.0 no Brasil. Desde 2002 atuou em mais de 50 projetos de controle de produção e controle de qualidade para indústrias de todos os portes do Brasil e mais de 10 países. É diretor da Vertical Manufatura da Acate, grupo de empresas de tecnologia que levanta a bandeira da Indústria 4.0. É membro da ABII e é co-fundador do Cluster 4.0.

 

Marcos Cavagnoli - CEO, Digital Banking. Engenheiro de Materiais graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli - USP), com especialização em Engenharia Industrial pela E.S.S.A de Paris e MBA Executivo pelo IBMEC-SP (Insper). Tem atuado como Managing Director e CEO de áreas de negócio no Brasil e América Latina ligadas a Digital Banking, Pagamentos, Trade Services e Sistemas Financeiros, em empresas como ADIQ Credenciadora, 4Finance, Koin Payments, PayU (Naspers), JPMorgan, Citi, DaimlerChrysler e Alstom

 

Serviço:

Web Connection São Paulo 2019

Local: Expo Center Norte - Pavilhão Branco

Data: 24, 25 e 26 de outubro / 10h-20h

Ingressos: R$ 300,00 para os 3 dias / https://webconnectionsp.com.br/pt/entrada

Bancada Startup: a partir de R$ 1.200,00 / https://webconnectionsp.com.br/pt/startups

Ingresso Lounge VIP: R$ 9.500,00 / Whatsapp:  11 9.7661-9656

Expositores: This email address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. / Whatsapp:  11 9.7661-9656

Site: https://webconnectionsp.com.br

Redes Sociais: /webconnectionsp

A indústria passa por uma quebra de paradigmas, fruto da intensa evolução e integração dos processos de automação, que leva à quarta grande mudança nos modos de produção, caracterizada pela transformação digital, e conhecida na Alemanha como Industrie 4.0. Fazer mais com menos é essencial para as indústrias que precisam garantir resultados e competitividade. A atratividade da transformação digital, para os empresários, tange ao rápido retorno que podem obter como resultado do aumento da produtividade, além das novas oportunidades de negócios criadas a partir das tecnologias digitais.
A Indústria 4.0 surgiu como forma de potencializar a integração de tecnologias digitais disponíveis para incrementar a produtividade na indústria, estabelecendo novas formas de produção. Com isso, é possível agilizar processos e ganhar flexibilidade e eficiência, com elevados níveis de qualidade.
É preciso combinar tecnologias, rever os modelos de negócios, e entender as necessidades dos clientes e mercados para co-criar soluções específicas. Modelos digitais de simulação estão aí para que possamos “errar” mais rápido e mais barato, convergindo para soluções otimizadas. A mudança é cultural, e exige uma visão holística da tecnologia, gerando oportunidades e viabilizando a criação de novos modelos de negócios.

Não existe uma receita única quando se trata de transformação digital. Para se tornar uma “Digital Enterprise” é preciso responder 3 perguntas básicas: por que é necessário fazer a transformação; o que é necessário transformar e como fazer essa transformação. A definição de um plano diretor de digitalização, uma espécie de Roadmap, é fundamental para uma transformação digital bem-sucedida.
O Brasil se vê diante da possibilidade de trazer a produção nacional para uma nova era marcada por maior produtividade e valor agregado ocasionados pela digitalização. É preciso, portanto, que as empresas de todos os setores e tamanhos planejem e invistam na transformação digital por meio da inovação tecnológica, assim como na capacitação digital da força de trabalho.
A Siemens atua com soluções que respondem aos desafios de transição para a Indústria 4.0, aumentando a competitividade das empresas, transformando-as em Digital Enterprises, com ganhos relevantes para o Brasil. Na Siemens, o processo de transformação digital provocado pela implementação dos conceitos de Indústria 4.0 possibilitará um salto quântico na produtividade e competitividade, condição sine qua non para colocar a indústria nacional em posição de destaque nas cadeias globais de valor.

José Borges Frias Jr. Dir. de Estratégia e Business Excellence para as divisões Digital Factory e Process Industries and Drives da Siemens no Brasil.

Sobre

A Siemens Brasil faz parte de um conglomerado global de tecnologia que se destaca pela excelência em engenharia e inovação. Com foco nas áreas de eletrificação, automação e digitalização, é uma das maiores produtoras de tecnologias voltadas à eficiência energética, além de ser líder no fornecimento de soluções de geração e transmissão de energia e pioneira em inovações para a automação e digitalização da indústria. Saiba mais em www.siemens.com.br

Mapa do Trabalho Industrial mostra que ocupações como condutores de processos robotizados vão criar novas vagas em ritmo acelerado; estudo também aponta as áreas que mais vão demandar qualificação de profissionais

Profissões ligadas à tecnologia estão entre as que mais vão crescer nos próximos anos, de acordo com o Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023. O trabalho é elaborado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para subsidiar a oferta de cursos da instituição. De acordo com o levantamento, estima-se que a ocupação de condutor de processos robotizados apresentará a maior taxa de crescimento percentual do número de empregados para o período: 22,4% de aumento nas vagas disponíveis, enquanto o crescimento médio projetado para as ocupações industriais será de cerca de 8,5%.  Esse resultado reflete as mudanças tecnológicas e a automação do processo de produção, que demandará cada vez mais profissionais na área de implementação de processos robotizados.

O Mapa também prevê que o Brasil terá de qualificar 10,5 milhões de trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação profissional e aperfeiçoamento até 2023. Essas ocupações têm em sua formação conhecimentos de base industrial e por isso são oferecidas pelo Senai, mas esses profissionais podem trabalhar tanto na indústria quanto em outros setores.

As áreas que mais vão demandar formação profissional são transversais (1,7 milhão), metalmecânica (1,6 milhão), construção (1,3 milhão), logística e transporte (1,2 milhão), alimentos (754 mil), informática (528 mil), eletroeletrônica (405 mil), energia e telecomunicações (359 mil). Profissionais com qualificação transversal trabalham em qualquer segmento, como profissionais de pesquisa e desenvolvimento, técnicos de controle da produção e desenhistas industriais, que atuam em várias áreas.

A demanda por qualificação prevista pelo Mapa inclui, em sua maioria, o aperfeiçoamento de trabalhadores que já estão empregados e, em parcela menor (22%), aqueles que precisam de capacitação para ingressar no mercado de trabalho. Essa formação inicial inclui a reposição em vagas já existentes e que se tornam disponíveis devido a aposentadoria, entre outras razões.

CRESCIMENTO –  Em relação aos novos empregos, o Mapa do Trabalho Industrial aponta que as maiores taxas de crescimento serão de ocupações que têm a tecnologia como base. Além dos condutores de processos robotizados, estão pesquisadores de engenharia e tecnologia (aumento de 17,9%); engenheiros de controle e automação, engenheiros mecatrônicos e afins (14,2%); diretores de serviços de informática (13,8%); operadores de máquinas de usinagem CNC (13,6%), etc.

O número de empregos criados nessas ocupações ainda é baixo em relação ao total de empregados no Brasil, mas o crescimento acelerado mostra que profissões com base tecnológica são tendência no mercado de trabalho. “O mundo vive a 4ª revolução industrial e o levantamento mostra que o Brasil, mesmo diante das dificuldades econômicas, está se inserindo aos poucos na Indústria 4.0”, avalia o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi. “O Senai já está preparado para formar os profissionais para essas áreas, que, com a qualificação adequada, terão mais oportunidades de conseguir empregos”, complementa.

 

Publicado originalmente no Findes

Last modified on Wednesday, 14 August 2019 16:24
Wednesday, 14 August 2019 16:01

O papel do líder na Indústria 4.0

Estamos vivendo a Quarta Revolução Industrial, movimento que nos impõe uma velocidade vertiginosa de tecnologias disruptivas, que chegam e desaparecem superadas por outras, num ritmo de “aceleração” jamais visto na história da humanidade.

São transformações que têm exigido um desenvolvimento tecnológico profundo e exponencial, obrigando governos, empresas e sociedade a se reinventarem. Mas, nesse mundo hiperconectado, não basta ao indivíduo estar preparado para as mudanças; é preciso que instituições públicas e privadas também se adequem à nova realidade.

Mais que as temidas mudanças, a Indústria 4.0, revelada na Alemanha em 2011, tem promovido um novo capítulo de oportunidades para o desenvolvimento humano, podendo beneficiar tanto líderes da área de tecnologia quanto gestores políticos, impactando em toda a sociedade.

A capacidade de liderança, aliás, será uma das habilidades mais exigidas desta nova fase. Para se diferenciar, o líder deverá ser protagonista na condução dos seus colaboradores, assumindo o papel de incentivador e criando sintonias entre eles; terá que conectar e desenvolver seus liderados, caminhando lado a lado e se comprometendo pessoalmente com os resultados desejados, sem apenas cobrar resultados. Competências que deverão ser assumidas em uma gestão na horizontal, onde os colaboradores sintam-se engajados em um projeto vencedor.

A liderança nessa nova era terá, ainda, que observar características próprias de um ser humano. Caso contrário, qualquer algoritmo desenvolvido para a função poderá exigir metas e cobrar resultados dos seus subordinados. Precisará, também, garantir os valores e direitos já conquistados nas últimas revoluções industriais, e estruturar um ambiente de mudança cultural que permita à sociedade não ser contaminada pelo entusiasmo ou ingenuidade quanto às novas tecnologias. Afinal, “…a história está infestada de exemplos de como a tecnologia passa por cima dos marcos sociais, éticos e políticos que precisamos para fazer bom uso dela”, afirmou Perasso.

Por fim, o líder da Indústria 4.0 terá que conduzir seus colaboradores para uma instrução capaz de garantir uma adaptação rápida, integrando gerações e observando as características essenciais para conquistar a confiança dos seus liderados.

*Luiz Cláudio Allemand é advogado, mestre em direito e presidente Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem Cindes-Findes

Artigo originalmente publicado no jornal A Gazeta

Ter consciência de que a quarta revolução na indústria só ocorre no momento em que a adoção de novas tecnologias se traduz em novas competências e em novos padrões na cadeia de valor do negócio, é o primeiro passo para iniciar a jornada de forma consistente e realista. Em outras palavras,  é necessário ter entendimento profundo da dinâmica dos processos, suas dores, seus “drivers” de valor e suas ambições de futuro para que a seleção das categorias tecnológicas e suas implementações tenham propósitos transformacionais bem definidos e não ocorram por modismo do mercado.

 

O Centro de Excelência (CoE) em Tecnologias e Operações da Votorantim tem a missão de apoiar as empresas do portfólio em suas rotas tecnológicas específicas. Simulações para previsibilidade de cenários complexos;  maior velocidade nas tomadas de decisões por meio de algoritmos inteligentes; flexibilização dos processos para atender mudanças táticas e estratégicas em tempo hábil; maximizar a matriz energética nas plantas industriais;   otimizar a gestão de ativos integrando a cadeia produtiva; potencializar a força de trabalho por meio da digitalização seja: acelerando o desenvolvimento de pessoas, ampliando a segurança no dia a dia do empregado ou ainda, suprindo escassez de mão de obra em rotinas específicas através da automação são alguns dos direcionadores que norteiam nossa estratégia para a indústria 4.0.  Segundo fator relevante é adequar a abordagem na concepção de soluções. Tradicionalmente, a tecnologia é utilizada para melhorar processos existentes, enquanto que na 4ª revolução há necessidade de que o questionamento do “status quo” seja uma constante e as alternativas são construídas sob a ótica tecnológica buscando digitalizar processos físicos e lógicos  resultando, muitas vezes, em modelos inéditos para a cadeia de suprimentos, planejamento, produção, manutenção, comercialização, logística e gestão.

 

Com propósitos de valor bem definidos e o “mindset” interno alinhado à transformação, o terceiro fator, fundamental para dar velocidade e consistência às adoções dos novos padrões tecnológicos, é compor um ecossistema de competências essenciais. Em nosso caso, a diversidade do portfólio Votorantim demanda que o CoE esteja preparado para atuar com diferentes desafios em múltiplos cenários, portanto, ter a capacidade de propor soluções digitalmente multidisciplinares é nossa realidade cotidiana. Contar com parceiros especialistas em metodologias de inovação que acelerem ideias e nos apoiem na seleção de empresas com “skills” necessário à nossa jornada 4.0 é uma prática que tem fortalecido nosso ecossistema de competências.


Sobre a Votorantim

Com 100 anos de atuação, a Votorantim é hoje uma holding e gestora de portfólio de investimentos, que investe em negócios diversificados, em áreas como cimento, zinco, cobre, alumínio, aço, celulose, energia e finanças. Além disso, atua também por meio de centro de excelência nas áreas de Tecnologia da Informação e Serviços Imobiliários e Soluções Compartilhadas em Finanças, Contabilidade e Recursos Humanos. Saiba mais em www.votorantim.com.br

Publicado originalmente por Distrito.ME

Last modified on Wednesday, 14 August 2019 16:22

Automação, controle e tecnologia da informação, internet das coisas e pensamento “fora da caixa” são algumas das atribuições que passaram a fazer parte da rotina da maior companhia ferroviária do país. Atenta às oportunidades do futuro, a Rumo vem liderando o processo de revolução da indústria 4.0 no setor ferroviário, sendo reconhecida pelo anuário da Época Negócios 360º como a empresa mais inovadora do país no setor de infraestrutura.

O reconhecimento faz parte do processo de transformação da Companhia desde que assumiu a concessão em 2015. A empresa patenteou projetos focados na segurança da operação, como o Detector de Trilhos Quebrados (DTQ), o aplicativo Chave na Mão e o sistema Supervisório. Neste ano, liderou o lançamento do Distrito Spark CWB ao lado de grandes companhias, passando a trabalhar intensamente o conceito de Open Innovation, compartilhando de forma aberta desafios e propostas para tornar mais segura a operação ferroviária.

Dentro dessa perspectiva do ecossistema de inovação e de atuação em rede, a concessionária desenvolveu uma linha de atuação composta por diversas frentes. Entre elas podemos destacar: a busca por soluções para as áreas de tecnologia com objetivo de redução de custos e aumento de performance e agilidade, internet das coisas (tecnologia de hardware para criar soluções inovadoras), indústria 4.0 (pesquisas operacionais, processos, modelos de predição, inspeção autônoma), eficiência  produtividade (métodos que explorem novas oportunidades), interação com o ecossistemas de inovação (outras empresas, startups, universidades, fundações institutos) e branding (viabilidade da marca, atração de talentos, novos negócios).

Todos os pontos listados acima fazem parte de um planejamento robusto para que a Rumo se torne até 2022 uma “Best In Class” na área de inovação, ditando tendências no setor ferroviário e contribuindo para a geração de novos negócios. Um processo que só é possível com transformação da cultura de trabalho, incentivando a construção de um ambiente disruptivo, inspirador e colaborativo atrelado ao protagonismo na eficiência, produtividade e segurança da operação ferroviária.

 

Sobre a Rumo 

A Rumo é a maior operadora de ferrovias do Brasil e oferece serviços logísticos de transporte ferroviário, elevação portuária e armazenagem. A companhia opera 12 terminais de transbordo, 6 terminais portuários e administra mais de 12 mil km de ferrovias nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. A base de ativos é formada por 1.000 locomotivas e 25.000 vagões. Saiba mais em www.rumolog.com

 

Publicado originalmente por Distrito.ME

Last modified on Wednesday, 14 August 2019 16:23
Wednesday, 14 August 2019 14:20

Big Data como parte da Indústria 4.0

Em 2012, quando o termo Big Data começou a se popularizar, a principal dificuldade das empresas era consolidar e estruturar bases de dados distintas para que pudessem ser analisadas. Com o tempo, os dados tornaram-se commodity; o desafio passou a ser analisá-los de forma ágil, apoiando a tomada de decisões.

A indústria 4.0 trouxe ao mercado máquinas conectadas entre si que trocam informações em tempo real, corrigem erros e melhoram processos sem a intervenção humana; mas, diante de tanta informação disponível, tornou-se imprescindível contar com tecnologia de ponta e profissionais capazes de interpretar todos esses dados, extraindo inteligência para os negócios.

 

Abaixo, alguns exemplos de como Big Data pode ser contribuir para a Indústria 4.0:

Inteligência artificial (IA): A grande quantidade de dados provenientes de dispositivos interconectados possibilita o amplo uso de IA para solucionar problemas como otimização logística e manutenção preditiva. As máquinas conseguem perceber, entender os dados processados e auxiliar na tomada de decisões. Ex.: Carros inteligentes.

 

Machine Learning (aprendizado de máquinas): Esta tecnologia é capaz de identificar padrões, encontrar soluções e fazer previsões com base em grande quantidade de dados, sem ajuda humana. Ex.: Apps de trânsito que indicam a melhor rota e sites de filmes que fazem sugestões com base no que você já viu.

Redes Neurais: As redes neurais artificiais têm como objetivo imitar os neurônios humanos. Os neurônios artificiais são capazes de processar grande volume de dados e analisá-los, aprendendo com base em experiências anteriores. Ex.: Reconhecimento por voz em celulares e assistentes virtuais.

Modelagem estatística: É um algoritmo que processa diversas variáveis e gera estimativas. Está ligada a previsões e identificação de padrões, permitindo que os dados sejam melhor interpretados.

As mudanças nunca aconteceram em ritmo tão acelerado como nesta quarta revolução e a tendência é o aumento em velocidade e complexidade. O novo desafio das empresas é adaptar-se rapidamente buscando as melhores práticas para utilizar dados com segurança.

 

Sobre a NeoWay

 

A Neoway, maior empresa de Inteligência de Mercado da América Latina, desembarcou em Nova York e se prepara para abrir escritórios em Portugal, Índia, México e Colômbia. A companhia, que foi fundada em 2002, tem sede em Florianópolis e filial em São Paulo. Possui aproximadamente 350 funcionários e é parceira da Endeavor desde 2013. Saiba mais em https://.neoway.com.br

Publicado originalmente por Distrito.ME

Last modified on Wednesday, 14 August 2019 16:23

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